Alimentação

Pokeria aposta em espaço colaborativo para atrair novos clientes em Salvador

Restaurante já conhecido na capital pelo sistema delivery se estabelece em ambiente diferenciado na praça Ana Lúcia Magalhães

A frase “entre e fique à vontade” nunca fez tanto sentido para a clientela soteropolitana do Pokeria. Os amigos Diogo Villela, Gabriel Meissner, Hugo Meissner e Sérgio Pereira inauguraram o restaurante virtual em setembro de 2017.

O Poke, comida havaiana à base de peixe que já era febre nos Estados Unidos e aceito nas principais capitais do Brasil, chega à Salvador com combinações de ingredientes que incluem frutas tipicamente brasileiras.

A proposta inicial era voltada exclusivamente para a modalidade delivery, permitindo que consumidores realizassem seus pedidos através do aplicativo iFood ou do site oficial da empresa.

Neste primeiro momento, os sócios contavam com uma cozinha, situada no bairro do Rio Vermelho, onde eram preparados os pedidos e direcionados para as entregas.

Com cardápio assinado por um dos empresários, expressões havaianas em sua página oficial do Instagram e um plano de fidelização através de compras realizadas no site, a ideia foi rapidamente aceita pelo público baiano.

O Poke Havaiano Oluolu é um dos mais pedidos do cardápio

“No momento a publicidade da empresa é veiculada através das principais mídias sociais, Google ads e iFood, principalmente se considerarmos que a Pokeria tem uma das melhores avaliações da cidade”, afirma Gabriel.

Após 11 meses de atividades, o restaurante abriu seu primeiro ponto físico, atendendo a pedidos de clientes e daqueles que também desejavam ter a oportunidade de, pela primeira vez, conhecer seus produtos.

O espaço

O empresário conta que o desafio de uma atividade voltada apenas para o delivery é a limitação das áreas cobertas pelo serviço de entrega, já que “o custo com o deslocamento para bairros mais distantes não compensa”.

Por intermédio de conhecidos e motivados pela tendência de um mercado que cada vez mais sinalizava a necessidade de ampliar seu rol de consumidores, a Pokeria escolheu o espaço colaborativo da Casa 478, na Rua das Hortênsias.

Um misto de opções e estímulos que contemplam arte, música, cultura e gastronomia em um só lugar. Os sócios do restaurante havaiano foram atraídos pelo conceito de espaço cultural divulgado por seus administradores.

Oficinas de fotografia, graffitis, realizações de festas, aulas de Yoga ao ar livre, boxes para vendas de itens variados e feira orgânica agroecológica revelam a versatilidade da Casa, situada na Pituba.

A Casa 478

A Casa 478 oferece ambiente diferenciado para seus colaboradores

O bairro tem abraçado diversos estabelecimentos do ramo alimentício, tais como a hamburgueria Burguiles, que também se destaca por apresentar características artísticas em seu espaço físico.

“Decidimos alugar o ponto por alguns motivos, dentre eles, sua boa localização e tamanho, se adequando ao nosso objetivo de ter uma operação que concentrasse todas as etapas em um só lugar”, explica Gabriel.

Novos desafios

A preocupação com a manutenção da qualidade dos produtos e serviços ofertados era prioridade com a mudança, sendo necessário adaptar-se ao novo modelo de negócio.

Ingredientes frescos e agilidade no atendimento, somam-se agora ao boxe construído em meio aos de outros negócios, que se ajudam mutuamente. A harmonia entre ambiente e colaboradores faz a diferença para os sócios.

“O formato do projeto da Casa 478  foi decisivo para a nossa escolha. Um espaço inovador e colaborativo onde os empreendimentos que ali estão se complementam”, diz Gabriel.

Ao ingressar na vila, o cliente desfruta da sensação de conforto e acolhimento, compartilhando bons momentos com os amigos enquanto saboreia um Poke, como se estivesse em sua própria casa.

Espaço colaborativo

Manutenção da qualidade e agilidade na prestação do serviço é um desafio para a Pokeria

A área conta ainda com um redário, típico adereço baiano, além da opção pet friendly, atraindo clientes que gostam de sair com seus animais sem precisar deixá-los do lado de fora.

“No fim das contas, mais do que um alimento saudável e gostoso, nós ofertamos uma experiência diferenciada para quem consome nossos produtos e esperamos expandir o raio de atuação para que, cada vez mais, as pessoas se apaixonem, de Poke em Poke, pela Pokeria”, conclui Gabriel.

Por Iago Bacelar, Juliane Cunha e Larissa Góes

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  1. Pokeria é um lugar agradabilíssimo.
    Deveria ter uma pokeria a cada esquina e só assim as pessoas se sentiriam mais alegres e se tornariam contagiantes.

  2. Lugar lindíssimo!!! Nossa, me deu mta vontade de conhecer kkkk O texto está perfeito e a reportagem ficou mto legal. Acho só que a matéria poderia explicar melhor aqueles ingredientes que ele usou p fazer o Oluolu, fiquei curiosa p saber que diacho é aquilo kkkk

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